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terça-feira, 21 de abril de 2015

TestOps

    Wearing the Operations hat is no more a role exclusive of Developers, being the so called DevOps. Nowadays we can evidence the fact that Testers are also starting to wear the Operations hat and getting involved into more technical tasks; going deeper than just the usual writing and executing test cases.
     On October, 2011, Simon Munro wrote in his blog about the ideal Quality Assurance professional for the cloud computing era, calling him a TestOp; then Seth Elliot, from Microsoft, also wrote about the new term in the Software Test Professionals magazine. The term TestOp defines the future of the Quality Assurance professional.
    Being a TestOp is, for example: getting involved with Continuous Integration, with the Deployment process,  being able to use an operating system like Linux or Unix, setting up the environment for test automation. Also setting Continuous Integration server jobs, looking for plugins and tools and configuring it. Those are some sort of activities that a regular Tester is not used to acting on.
    Another important topic is computer programming, the regular Tester is fearful and avoids it. The TestOp is used to automating tasks, writing automated test scripts and dealing with test automation frameworks. Programming should be one of the main activities of the TestOp.
    The term was initially related to the cloud computing revolution but it is way broader and could be applied to all sort of environments.
 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Evolução (natural) do profissional de Software Quality Assurance

Automação de testes, BDD, TDD, ATDD, Agile, Integração contínua, Testes exploratórios e outras keywords não podem mais ser ignoradas pelos testadores; principalmente o fato de não saber ou não querer se envolver com programação. O testador que somente executa testes manualmente pode estar com seus dias contados ou perder muito em produtividade caso não se envolva com as mais novas práticas. Viemos para mostrar que fatores não técnicos como: coragem, atitude, pró-atividade, relacionamento interpessoal, respeito, motivação e trabalho em equipe são essenciais para um testador. Com esses fatores em prática, podemos nos nivelar e ganhar o respeito de desenvolvedores, designers, analistas de negócios e de outros testadores, levando-os a pensar em soluções com qualidade desde o início. Testar manualmente tem sido o mais comum, o de praxe, mantendo muitos testadores na ‘zona de conforto’; devemos quebrar esse paradigma e fazer com que a programação facilite nosso trabalho e faça com que testes manuais exerçam nossa criatividade, senso critico, detalhismo e nossa inteligência, deixando para que a máquina faça o trabalho repetitivo. Bem vindos à nova era do Software Quality Assurance.